ficha tecnica

Identificação do local
O terreno tem cerca de 33.200m2. Está inserido numa zona florestal, exceptuando uma pequena área, junto a uma linha de água, que se encontra actualmente inserida na Reserva Agrícola Nacional.
É composto por dois prédios rústicos, um de 30.200m2 e outro de 3.000m2.

Descrição da utilização das edificações
A construção do edifício deverá acontecer em três fases distintas.
Numa primeira fase, a edificação será composta por uma zona de escritórios, uma zona de congelados/frio negativo e ainda um cais de distribuição.
É no cais que se situam as principais zonas de cargas e descargas, com 16 lugares de atracamento de camiões. Estas aberturas encontram-se nas fachadas este e oeste do cais, de forma a não se voltarem directamente na direcção dos ventos predominantes de Noroeste.
Com 10 metros de altura e com cada uma das suas fachadas medindo cerca de 50 metros, o cais de distribuição situa-se numa posição central em relaçãoaos volumes existentes, permitindo, desta forma, uma fácil distribuição e acesso aos mesmos.
O armazém de frio negativo terá 14 metros de altura (que é a medida necessária para se conseguir obter uma correcta eficiência de arrefecimento, ou seja, para que haja equilíbrio entre o frio produzido, a temperatura exigida e as perdas), 70 de comprimento e 30 de largura; deverá ter uma pequena zona de cargas e descargas, com quatro postos de atracamento, no seu lado mais pequeno, a este.
O edifício de escritórios terá dois pisos, que perfazem 10 metros de altura. Assim, no primeiro piso, existirá um refeitório, balneários e instalações sanitárias, recepção, e ainda uma zona de apoio ao cais; no segundo piso estará situada toda a parte administrativa do edifício.

Numa segunda fase será acrescentado um volume de refrigeração/frio positivo, com 10 metros de altura, 60 de comprimento e 30 de largura.

Finalmente, na terceira fase, será construído um outro armazém de frio negativo, contíguo ao já existente, mas de dimensões um pouco mais reduzidas (40x30m).

Descrição da envolvente
O acesso é feito a partir de uma entrada única, que funciona também como saída, servida por portaria, e a circulação é feita num só sentido. Pretende-se com isto facilitar a circulação automóvel no interior do lote, bem como as manobras de acesso aos cais.
Existem duas bolsas de estacionamento para ligeiros, situadas próximas do edifício de escritórios. As bolsas de estacionamento para pesados encontram-se um pouco dispersas pelo terreno, próximas das zonas de cargas e descargas.
Prevê-se a utilização de pavimentos permeáveis em algumas zonas de circulação automóvel, circulação pedonal e áreas de estacionamento, de forma a que este tipo de material ocupe cerca de 40% do total da área de implantação.

Apesar de o lote contemplar uma zona incluída na RAN, garantiu-se que toda essa área se manteve intacta, sem qualquer construção ou pavimentação.

                     
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